Orquídea nativa do antigo Estreito de Marcelino Ramos é atração na URI

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  Os convidados para as formaturas que estão ocorrendo desde o início deste mês na URI Erechim estão observando, antes de entrar no Salão de Eventos, uma imagem rara: a intensa florada de uma orquídea epífita nativa.  Esta é apenas uma das espécies instaladas nas árvores do Câmpus que foram coletadas durante a execução do projeto de salvamento da flora do Estreito Augusto Cesar, em Marcelino Ramos, também conhecido na época como Estreito do Rio Uruguai.

  O trabalho foi realizado durante os anos de 1997/1998, oriundo de parte dos planos ambientais executados pelo grupo de pesquisadores da URI Erechim para a Eletrosul/Maesa, autorizado pelo IBAMA. Além de identificar as espécies epifíticas presentes na área, o projeto objetivou resgatá-las, pois estas viriam a ser submersas com o enchimento do reservatório da Usina Hidrelétrica Itá. Durante o salvamento, os exemplares coletados foram enviados para orquidários e instituições de pesquisa do Brasil a fim de que fossem guardados em bancos de germoplasma e viveiros.

Na época, foram encontradas 77 espécies. Algumas delas, como a gomesa plinifolia (foto) foram implantadas em diferentes áreas verdes do câmpus e, atualmente, por meio de expressiva floração e vitalidade, indicam o sucesso da atividade que foi coordenada pela professora Elisabete Maria Zanin.
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