Maria-Fumaça: Passeios à Marcelino são suspensos

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DSC00822   Os passeios da Maria-Fumaça entre Piratuba (SC) e Marcelino Ramos (RS) estão suspensos temporariamente. A informação foi confirmada na manhã desta quinta-feira (27) ao Portal de Marcelino Ramos por Ralf Ilg, Diretor Geral da Associação Brasileira de Preservação de Ferrovias (ABPF) em SC com sede em Rio Negrinho. De acordo com ele a Associação decidiu tomar a decisão por falta de segurança e estrutura na Estação Ferroviária de Marcelino Ramos. “Eles precisam melhorar a estação, o telhado e existem pessoas no local que não estão se comportando como deveriam e precisamos oferecer segurança aos turistas” disse Ralf Ilg. A ABPF já comunicou a situação as lideranças municipais e os passeios só serão retomados a partir do momento em que medidas forem adotadas para contornar os problemas apontados. Enquanto não se resolve a situação, a Maria-Fumaça fará o trajeto entre Piratuba e Linha Maratá. “Vamos fazer um trajeto alternativo, a população de Piratuba não será prejudicada” disse o diretor.

     No início da manhã a Gerente do Trem das Termas, Marinês Souza Duarte, havia informado que os passeios estavam suspensos por problemas na locomotiva e por falta de passageiros no próximo final de semana, versão que acabou não se confirmando. Por mês cerca de 600 pessoas desembarcavam na Estação em Marcelino, estendendo o passeio ao Santuário e ao Balneário. Os passeis aconteciam todos os sábados e os vagões tem capacidade para transportar até 180 pessoas. O custo do passeio é de R$ 60,00 (Piratuba/Marcelino) e de R$ 15,00 (Marcelino/Uruguai). Os passeios são realizados mediante agendamentos pelo fone (49) 3553-1121

 

2 comentários em “Maria-Fumaça: Passeios à Marcelino são suspensos

  • 28 de junho de 2013 em 07:39

    Alguém pode me responder como o Poder Público de Viadutos e o de Erechim conseguiram gerenciamento sobre o patrimônio ferroviário?

    Resposta
  • 27 de junho de 2013 em 14:07

    Lamento. Quem perde é Marcelino Ramos!
    O poder público tem de tomar providências. Afirmar que não existe gerenciamento sobre o patrimônio ferroviário é cômodo. Quando iniciamos este projeto em 2003, eu era Secretário de Turismo na ocasião, este patrimônio não era do município. Na época, os trilhos e o Girador de Trens estavam soterrados, a Estação Férrea encontrava-se totalmente depredada, abandonada e invadida por indigentes. O que fizemos? Saímos do comodismo, agimos, tivemos coragem, fizemos um chamamento à sociedade para esta causa e mudamos a realidade. Por dez anos este projeto sobreviveu com a parceria da ABPF, empresários e os esforços dos artesãos que mantem as instalações em condições mínimas de uso. O que pedimos agora é a interferência do Poder Público para solucionar problemas urgentes e fáceis de resolver. Fui e sempre serei parceiro para manter este projeto VIVO!

    Resposta

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